segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nós somos mais do que nós próprios. Somos a soma da ancestralidade conjugada num corpo físico, por vezes, demasiado pequeno para exprimir a grandiosidade da nossa essência.

2 comentários:

Inês disse...

Olá,
Adorei!
Já não sei o título do livro, mas lembro-me de uma frase que me fez lembrar o que tu escreveste: " Um dia, eu serei vento..." referindo-se à sua imortalidade...

Beijinho

Marco Santos disse...

Que bom que gostaste.
Está tudo no registo do inconsciente colectivo, é só lá ir buscar, ou estar receptivo para receber :)
Beijinhos.