sábado, 24 de fevereiro de 2007

Companheirismo laboral


Num mundo em que a inveja impera, sobretudo no meio laboral, são de destacar os casos de empresas e colectividades que expressam de coração aberto a solidariedade, o companheirismo, a amizade, a sinceridade e a cooperação. Todo aquele que tem o privilégio de fazer parte de um grupo com estas características sabe bem ao que me refiro.
Na era da globalização as empresas crescem em volume de negócios e lucro, mas decrescem em respeito para com os seus colaboradores. Exceptuam-se alguns casos exemplares.
Num tal ambiente há que promover, pelo menos num horário extralaboral, uma actividade onde nos possamos sentir como peixe na água e onde comunicar abertamente com pessoas com as quais nos identificamos seja comum.
O ideal seria, também, conseguir tal prodígio no nosso local de trabalho, cabendo a cada um lutar para que tal suceda. Apesar de existir uma resistência enraizada na nossa cultura a tudo o que seja
confiar, é na mais pequena atitude que se inicia a mudança.

Uma empresa/escola que segue na linha do que atrás descrevo como ideal, e que por isso está de parabéns, é a Uni-Yôga. Um exemplo a seguir.
Obrigado.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Qual o nosso objectivo na vida?


Todos nós temos um, ou vários, se bem que por vezes nem o conseguimos descobrir, pois andamos distraídos com uma série de informação desnecessária que nos é dirigida. Uma regra simples, mas nem sempre fácil de seguir é a seguinte: para atingires o teu objectivo de vida, a tua realização não disperses com coisas e assuntos que em nada vão contribuir para o alcance da tua meta.
O tempo livre é necessário à nossa evolução, mas é fundamental que seja de qualidade. Exemplo: alguém que esteja em mãos com uma tarefa exigente (trabalho, estudo, etc.) deverá gerir o seu tempo livre de forma a que volte à actividade com uma energia renovada e não mais desgastado do que antes. Se nos perdemos nesse tempo livre com futilidades, do género, ver todos os e-mails da treta que nos são enviados, inclusive os publicitários; assistir a programas de TV fúteis; responder a todas as solicitações dos amigos e conhecidos para ir ao cinema, ir jantar, passear, nunca conseguiremos evoluir e atingir aquilo a que nos propusemos, e no final a desculpa será: "Não tenho tempo". Quando na verdade o problema está na gestão que se faz desse mesmo tempo, esgotando-nos com afazeres banais.
O que nos impede de progredir não são as acessibilidades mas sim as limitações que impomos a nós próprios.