quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Quando saí


Quando saí,
Dormias como um anjo

Num pedaço de nuvem.
A tua nuvem.

Sono descansado e merecido.

Senti vontade de te acariciar,

Com um beijo sorridente.

Mas não,

Respeitei o teu espaço, o teu descanso.


Que enorme prazer

Partilhar com alguém a vida
E crescer a cada momento,
Levando de vencida a egrégora social.


És pássaro, és anjo,

Sente as tuas asas.

Não tenhas medo de voar.

Voemos os dois em direcção ao conhecimento.

7 comentários:

SILÊNCIO CULPADO disse...

Que bom que é sentir esse enlevo. E que bom seria se ele perdurasse!...

Carreira disse...

Sem comentários! Lindo!

7 Pecados Mortais disse...

Um comentário desses quando se olha assim de manhã para quem está ao nosso lado, só posso atribuir uma palavra ao que sentes...AMOR. Abraços.

Indy disse...

Muito bonito!

Diogo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Diogo disse...

Poeta descreto,
este que por entre nós caminha,
com passos únicos de uma contemplação alerta,
reflexo, de uma maravilhosa intenção para que desperta.
Abraço DeTigre

Martinha disse...

K lindo!...beijooo