terça-feira, 15 de maio de 2007

De que vale a vida?


De que vale a vida se não amamos o que fazemos? Se vivemos contrariados num mundo que não consideramos o nosso? De que vale a vida se nada fizermos para mudar?
Ela é demasiadamente preciosa para a deixarmos passar sem a inalarmos até ao último suspiro. Alguém disse que a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas sim pelas vezes que ficamos sem fôlego.
E há tantas situações que nos fazer faltar o ar:

- acordar de madrugada e apreciar o nascer do sol;
- mergulhar no mar e na sua profundidade ouvir o mais singelo som do oceano;
- ajudar aquele que com olhos húmidos nos olha, mas não pede.
- dar um sincero e forte abraço;
- olhar uma criança e sorrir ao seu sorriso puro;
- sentir a brisa na face enquanto corremos num campo aberto;
- dizer que amamos;
- chorar de gratidão;
- escrever um texto ao som de uma boa música.

4 comentários:

Carreira disse...

Soube tão bem ler o teu texto.
Sempre com uma veia cheia de sensibilidade.
Um abraço do amigo:
Carreira

Diogo disse...

Que inspirador que está!!
Ia cheio de vontade para ouvir a música, e...



















































KáPUT, não deu:)

Miguel disse...

continua a dar-nos estas lufadas de ar
Abraço
Miguel

Ilda Oliveira disse...

Deixo-te parte de um escrito. Creio que ele faz sentido aqui na tua casa. Bem Hajas Irmão.

"Só com Amor, és capaz de transformar
Teu olhar, pensar
Amargar e criticar...
Só com Amor, és capaz de inundar
Tua casa, quarto e cama
Onde, somente és
Aquilo que concebeste em teu Caminhar...
Só com Amor és capaz de despir-te
Do olhar público, representações
E dogmas, que a Sociedade em ti, plantou..."
Ilda Oliveira