segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Simplicidade

"E consideramos a independência em relação às coisas exteriores como um grande bem: não para satisfazermos uma obsessão de frugalidade mas para que o mínimo nos possa satisfazer no caso da abundância nos faltar."

Epicuro (séc. IV a.C) - Cartas Sobre a Felicidade.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Shakti* (III)

As quentes águas do sul ainda brilham nos seus olhos, de um azul claro intenso. De pulso firme, apesar de franzina, mas bela, segue o caminho traçado nos seus planos sem hesitar, hasteando bem alto a bandeira da liberdade, da independência, e da vontade de vencer.
De sorriso aberto e acolhedor, vislumbra-se-lhe ainda um traço infantil, da criança que nunca deixou de acreditar, e que por assim ser ultrapassa as dificuldades uma após outra, com o foco na meta.
Os cabelos castanhos lisos completam a face longa, de traços peculiares, e dançam em harmonia com o movimento do corpo.
A sua presença inspira-nos.

* Shaktí - Energia, força. Esposa ou companheira no sádhana tântrico. Mãe divina.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Beleza Fugaz


Num olhar fugidio a beleza revela-se na sua máxima plenitude. Tudo em torno se conjuga para dar ao momento fugaz toda a intensidade.
Os seus negros cabelos ondulantes, o jeito que faz com a cabeça para o afastar do rosto, enquanto na singela paragem de autocarro aguarda.
Passo de repente e olho. Por um segundo tudo para, beleza momentânea, cena ideal.
De automóvel passo com uma certa rapidez, mas a imagem ficou-me gravada na retina. Penso voltar atrás e confirmar o pormenor. Mas não o faço por uma razão, poderia deteriorar a bela imagem que aquele segundo me revelou. Ao tentar apurar a realidade dos factos a beleza poder-se-ia não confirmar na sua total amplitude.
Assim, deixo ficar o momento gravado e sigo, com o prazer de ter vivenciado, por breves instantes, um bela intensa, apesar de fugaz.

Fotografia: Douglas Menuez

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Nneka


Conheci esta cantora nigeriana graças ao meu amigo Bruno Vilela.
No dia 27 vão actuar na Casa da Música, no Porto, onde apresentarão o seu novo álbum, do qual destaco a música Heartbeat.

Uma voz poderosamente enérgica.

Vejam aqui.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Gota de Luz


Após um dia de trabalho, descia já o sol em direcção à linha do horizonte, coloquei-me a seguinte questão: "Há quanto tempo não vais ver o mar?".
Passei por casa, peguei na máquina fotográfica e fui colher um pouco da beleza do pôr-do-sol, para partilhar convosco.

Fotografia: Marco Santos

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

El Sistema – ou como a música salva vidas



Um fenómeno maravilhoso é a forma como descrevo El Sistema, ou Fundación del Estado para el Sistema de Orquestras Juveniles e Infantiles de Venezuela, ou ainda La Orquestra. Ou seja, a fundação do Estado Venezuelano que se ocupa de 125 orquestras juvenis, integradas no programa de resgate dos jovens pobres das ruas. Mais de 250 mil crianças fazem parte destas orquestras, das quais 90% advêm de famílias pobres. Mais de 400 mil já se formaram assim.
Lennar Acosta foi detido nove vezes por assalto à mão armada, até que El Sistema lhe ofereceu um clarinete. Hoje é clarinetista na Orquestra Juvenil de Caracas e é professor no conservatório de Simón Bolívar.
Lennar diz que ao princípio não podia acreditar que lhe estivessem a confiar um instrumento daqueles, emprestando-lho. Mas o seu espanto foi maior quando lhe disseram que não era emprestado e sim oferecido. Afirma que lhe fica bem melhor nas mãos do que uma arma.
Edicson Ruiz tornou-se o mais jovem contrabaixista da Filarmónica de Berlim, aos 17 anos. Oito anos antes trabalhava num supermercado para ajudar nas despesas de casa. Os gangs de rua, o álcool e as drogas começavam a tornar-se um atractivo. Foi um vizinho que lhe falou da escola de música local.
"Eles deram-me uma viola e sentaram-me no meio da orquestra, então ouvi o som dos contrabaixos, e pensei, sim! É esse o instrumento para mim! Recorda Ruiz, sorrindo.
Os estudo são gratuitos. Os mais velhos, e que já estão num nível superior, ajudam os mais novos. O apoio entre os jovens é fundamental. O tocar numa orquestra faz parte do programa desde o início. Seis dias por semana, quatro horas por dia, os miúdos fazem música juntos ,numa das 90 escolas, ou núcleos, espalhados pelo país.
Criados num ambiente de carinho, apoio, ânimo mútuo e prazer, progridem a uma velocidade espantosa, o que lhes permite entrar numa Universidade europeia mal iniciam a adolescência.
Vária estrelas internacionais, na área da música, já trabalharam com músicos provenientes do Sistema.
Tudo isto nasceu da visão de um homem, José António Abreu, economista, director de orquestra, organista e político, que desde há mais de 30 anos vem fazendo algo para mudar as condições sociais do seu país.
António Abreu reuniu 11 jovens para um ensaio, num subterrâneo, e disse-lhes que iam fazer história. No segundo ensaio eram 25 músicos; no seguinte 46; no outro 75.
Na época do boom do petróleo na Venezuela, António Abreu conseguiu obter o financiamento estatal necessário, argumentando que estava a contribuir para a saúde e bem estar das criança em risco.
El Sistema trabalha actualmente com 15 mil professores de música e o seu fundador conseguiu o apoio de sete governos consecutivos.
Os estudos demonstram que a música mudou a vida de crianças, suas famílias e comunidades inteiras.

Esta instituição chegou ao meu conhecimento através de um programa na televisão, onde a figura em destaque era um exímio maestro com apenas 26 anos, aclamado em todo o mundo: Gustavo Dudamel. Esta figura singular e genial cresceu também nas escolas de música venezuelanas. Não há palavras para descrever o seu génio, para tal, abaixo apresento um vídeo onde ele dirige uma orquestra.

"A pobreza significa solidão, tristeza e anonimato. Uma orquestra significa alegria, motivação, trabalho em equipa, e a conquista de um objectivo"
José António Abreu (fundador).


Gustavo Dudamel em acção:



Fontes: Wikipedia e Site Gustavo Dudamel.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Mudança


A mudança é de importância vital nas nossas vidas. Contudo, o medo do fracasso ou o acomodamento podem ser barreiras difíceis de ultrapassar.
Aqueles que têm a coragem de seguir os seus desígnios sentir-se-ão realizados, independentemente do futuro lhe trazer algumas provas difíceis de superar. Os outros, aqueles que não avançaram devido ao medo ou acomodamento, ir-se-ão sentir irrealizados, sempre com a sensação de que não estão a cumprir o seu papel na vida.
Não que a ponderação não seja necessária, a análise dos prós e dos contras é fundamental, mas não deve ser desculpa para empatar e atrasar a metamorfose que poderá transformar a larva num belo ser alado.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Oportunidades

"Se se deixar intimidar por elas, a sua vida será pequena. Se sentir medo e mesmo assim o enfrentar, a sua vida será grande. A vida é demasiado curta para nos limitarmos a jogar pelo seguro"

Robin Sharma, in. Seja Mestre na Arte de Viver, Editora Pergaminho.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Christian - o Leão

A história de dois jovens que cuidaram de um pequeno leão e que depois de o devolverem à vida selvagem, após um ano, se reencontram.

Emocionante!


sexta-feira, 25 de julho de 2008

Entrevista com Robert Happe

Por favor, disponibilizem meia hora para verem esta entrevista, não se vão arrepender.

(Esta entrevista foi-me inicialmente enviada pelo amigo Pedro Lopes e mais tarde pelo Miguel Peixoto, e por ser extensa ainda não a tinha visto. Não caiam no mesmo erro)

terça-feira, 22 de julho de 2008

Um texto por Woody Allen


"Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba com um orgasmo! I rest my case."

WOODY ALLEN

(Texto enviado pela amiga Rosário)

sábado, 19 de julho de 2008

" Céu e Inferno"

Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para as suas dúvidas.

- Monge - disse o samurai com o desejo sincero de aprender - ensina-me sobre o céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, disse-lhe:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. O seu mau cheiro é insuportável. Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou enfurecido. O sangue subiu-lhe ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e preparou-se para decapitar o monge.

- Aí começa o inferno - disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem impressionara-o. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. O bravo guerreiro baixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento. O velho sábio continuou em silêncio. Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz. Percebendo que seu pedido era sincero, o monge falou-lhe:

- Aí começa o céu.


Este texto foi-me enviado pelo amigo Gustavo Leal. Obrigado.

(Imagem: "O Juízo Final", pintura a óleo da colecção The Bridgeman Art Library. Fotografia de Conrad Meyer)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

DeRose Culture 2008

Clique para ampliar.

Pão com Azeite


Azeite, levedura de cerveja, sementes de sésamo, salsa e piri-piri, eis um condimento simples e maravilhoso, ideal para molhar um pedaço de pão fresco e estaladiço antes da refeição.

Faz brilhar os olhos de algumas pessoas que comigo partilham a hora de almoço.

E como esta há tantas coisas simples... e boas.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Sensações


Com as pálpebras ainda cerradas inalo o ar puro que me circunda. A envolvência da profunda natureza do local sossega-me. Ao longe ouço o canto das ninfas.
Abro os olhos e deparo-me com um verde denso e brilhante. Uma cascata de água cristalina liberta fios de uma subtil névoa que percorre o espaço, um cenário surreal.
Inalo novamente e ouço melhor o coro de belas ninfas, cobertas pelos seus longos cabelos.
O sol, com finos raios de luz, corta a ligeira névoa e torna o verde mais existencial.
Sinto-me flutuar numa redoma circular e tudo à volta é extremamente belo.
Emociono-me e gratifico a vida.


(fotografia: Christoph Wilhelm)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Shaktí* (II)

Ao vislumbrarmos tal figura a primeira imagem que nos fica são os longos e lisos cabelos da cor da terra. Sob esses fios sedosos, soprados pelo vento, resplandece uma pedra preciosa, só produzida pela essência mais profunda da natureza.
Lapidadas cirurgicamente, as suas formas, dignificam a espécie feminina.
Leve e aromática, deixa o espaço por onde passa perfumado.
Seus olhos reflectem igualmente a terra, brilhantes, cheios de vida e ousados.
Quando a sociedade voltar ao matriarcado serão shaktís destas que governarão os desígnios dos homens, para nosso gáudio.

* Shaktí - Energia, força. Esposa ou companheira no sádhana tântrico. Mãe divina.

sábado, 3 de maio de 2008

Cinema - Dan In Real Life


Vale a pena ver a comédia romântica Dan In The Real Life, onde o amor e a família são tema central. Diferente de tantas outras, com mais conteúdo.

Para assistir num fim de dia, descomprometidamente, de preferência em véspera de fim-de-semana.


"Planeie ser surpreendido".

domingo, 27 de abril de 2008

Shaktí*

A liberdade corre-lhe no sangue. Suas veias são rios que desaguam no mar da vida.
Quantas possibilidades, quanta aventura.
Nasceu para sensibilizar um mundo bruto e insensível.
A natureza pura é o seu ser, uma ramificação profunda e ancestral à mãe terra.
De olhos doces, pequenos e amendoados, mas enormes em ambição e sonhos.
Um doce sorriso e linhas circulares quase perfeitas.

* Shaktí - Energia, força. Esposa ou companheira no sádhana tântrico. Mãe divina.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

U2 3D - A não perder

"Um concerto ao vivo da tournée Vertigo Tour dos célebres U2. Filmado na América do Sul, com multicâmaras em tempo real, alia imagens em 3D a som Surround 5.1, criando uma experiência multi-sensorial." (In. http://cinecartaz.publico.clix.pt)

Só nos cinemas.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Jean Michele Jarre no Porto


Pela primeira vez no nosso país, Jean-Michele Jarre irá actuar nos Coliseus de Lisboa e Porto, a 25 e 27 de Abril respectivamente.
Considerado um dos músicos mais extraordinários do mundo, costuma actuar ao ar livre para milhões de pessoas. Por esse motivo será um privilégio poder escutá-lo num espaço reservado a cerca de 3.000.
Com mais de 80 milhões de singles vendidos consta do livro dos Recordes do Guinness.
Passam agora 30 anos do lançamento do aclamado clássico Oxygene.
Os bilhetes já estão à venda. Preços entre € 25 e € 55.
A não perder.

Deixo-vos com duas músicas: Rendez Vous (ao vivo) e Teo & Tea (videoclip).



sábado, 8 de março de 2008

...e por falar em bicicletas: Biketour 2008

Para os interessados em participar no Porto BikeTour 2008 consultem os links que abaixo apresento. Leiam o regulamento, as faq's e saibam como participar.
Com € 60 fazem o tour e recebem uma bicicleta (só se pode participar com as bicicletas que eles dão), um capacete, uma mochila, t-shirt, medalha, diploma, bomba de ar, bebida e brindes promocionais.

Quando: dia 20 de Julho.
Inscrições: nos CTT (o mais rápido possível, pois a edição de Lisboa - um mês antes - já esgotou)

Regulamento
Faq's

Site Oficial

A bicicleta outra vez


Recordo-me perfeitamente da alegria que senti quando na infância recebi a minha primeira bicicleta. Horas e horas a pedalar, sentindo a brisa no rosto. Uma agradável sensação de liberdade, que mais tarde viria a descobrir também nas motos. Mas a bicicleta é diferente, logo a começar pelo ambiente, podemo-nos deslocar sem o agredir, coisa rara hoje. Além disso ainda nos exercitamos, resgatando alguma da saúde que o estilo de vida moderno nos vai cobrando.
Hoje levantei-me cedo, limpei a bicicleta, enchi os pneus, oleei a corrente e coloquei um selim mais confortável, e lá fui.
Não foi um trajecto muito logo, pois há muito tempo que não me aventurava a pedalar, mas percorri cerca de 15Km, Gaia-Porto-Gaia.
A maior dificuldade foi chegar à Ponte da Arrábida, pois os acessos do lado da cidade de Vila Nova de Gaia são inexistente, uma vergonha, para uma cidade que se pretende do século XXI. A solução foi levar a bicicleta às costas durante um curto percurso de escadas e subir uma ravina.
Apesar desse pormenor foi um passeio bem agradável, e uma coisa vos posso garantir, não vou ficar muito tempo sem lhe voltar a pegar.

(fotografia: Kai Wiechmann)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Somewhere Over The Rainbow

Existem muitos sons, músicas, melodias que nos deixam, inesperadamente, rendidos, completamente fascinados. O poder da música é brilhante. Uns acordes, por vezes bem simples, acompanhados por uma boa voz e a melodia ideal despoletam no ser humano um estado de alegria e bem estar extraordinários.
Espero que a música que a seguir vos apresento possa ter o mesmo efeito em vocês que teve em mim. Já perdi a conta das vezes que a ouvi nas últimas horas.
A música Somewhere Over The Rainbow fez parte da banda sonora do aclamado filme O Feiticeiro de Oz, em 1939. Com música de Harold Arlen e letra de E. Y. Harburg. No entanto, a versão que me cativou foi a de Israel Kamakawiwo'Ole, à qual é acrescentada, como se somente de uma música se trata-se, a letra de Louis Armstrong What a Wonderful World, tornando-se assim uma mensagem com sentido redobrado.

Letra:
Oooo...
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dreamed of
Once in a lullaby ii ii iii
Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
And the dreams that you dreamed of
Dreams really do come true ooh ooooh
Someday I'll wish upon a star
Wake up where the clouds are far behind me ee ee eeh
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney tops thats where you'll find me
oh
Somewhere over the rainbow bluebirds fly
And the dream that you dare to,why, oh why can't I? i
iiii

Well I see trees of green and
Red roses too,
I'll watch them bloom for me and you
And I think to myself
What a wonderful world

Well I see skies of blue and I see clouds of white
And the brightness of day
I like the dark and I think to myself
What a wonderful world

The colors of the rainbow so pretty in the sky
Are also on the faces of people passing by
I see friends shaking hands
Saying, "How do you do?"
They're really saying, I...I love you
I hear babies cry and I watch them grow,
They'll learn much more
Than we'll know
And I think to myself
What a wonderful world (w)oohoorld

Someday I'll wish upon a star,
Wake up where the clouds are far behind me
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney top that's where you'll find
me
Oh, Somewhere over the rainbow way up high
And the dream that you dare to, why, oh why can't I? I
hiii ?
Oooo...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Buddha-Bar = boa música

Este post é para aqueles que ainda não conhecem a fabulosa série de discos Buddha-Bar (já vai no 10.º).
Desde o ano de 2000 que vêm sendo editados e privilegiam a boa música que se faz por esse mundo fora. Cada álbum é composto por dois cds. O primeiro mais calmo, excelente para criar ambiente, o segundo mais dançante.
A música portuguesa também é contemplada, no quinto álbum, música n.º9 do primeiro cd, Mariza encanta com a Loucura.
No post anterior já vos deixei um exemplo, retirado do volume IX.
Hoje deixo-vos com um swing bem mexido dos Parov Stelar, Chambermind Swing, desse mesmo volume.


Mais informações aqui

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008


Hoje,
Para além do sentimento que me preenche,
Quero manifestá-lo por palavras.
Palavras que fiquem gravadas no tempo,
E dizer que vos amo,
Amigos, colegas de jornada.
Empreendamos a caminhada das nossas vidas,
Tornemo-nos polos de mudança.
Levemos mais além a essência que nos move.
Acredito do fundo do coração
Que uma nova e bela fase se aproxima.
Só depende de nós,
O futuro aguarda-nos.

SwáSthya

(fotografia: Scott Heiner)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Palavrejar na Rádio

Hoje, pelas 19h15, este blogue será convidado do programa Clube dos Pensadores, na Rádio Matosinhos, da autoria do biólogo Joaquim Jorge, e que irá para o ar entre as 19h e as 20h.
Para ouvir basta ir ao site da rádio em http://www.rcmatosinhos.com ou, se vive no Grande Porto, ligar na frequência 91.0 fm.
Poderá também participar:
1. via telefone através do número 229 381 756
2. via net através do blogue http://clubedospensadores.blogspot.com/ , na hora as opiniões dos internautas serão lidas e tidas em conta para a discussão.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Tempo


Nas sociedades modernas, um dos principais inimigos do homem é o relógio, melhor, a forma como lidamos com o tempo. Frequentemente, ouvimos comentários acerca da falta dele e da correria que é necessário empreender para responder a todas as obrigações e solicitações.
Divididos entre a actividade profissional, a família e afazeres domésticos, pouco resta para nós próprios. E, diga-se, sem essa fatia o resto torna-se insuportável, resultando em irritação, stress e doenças.
Não é fácil gerir o tempo, a prova está na quantidade de publicações que abordam o tema, sinal de que há muita procura.
Várias vezes ouvi a seguinte história, que representa na perfeição o que acabo de dizer (perdoem-me os que a conhecem, caso falte algum detalhe):
Certo dia, um professor, com intuito de dar uma lição filosófica aos seus alunos, traz para a sala de aula um grande recipiente de vidro transparente, vazio. De seguida pega numa enorme quantidade de bolas de golfe e enche o mesmo até à superfície. Pergunta ao alunos: - O recipiente está cheio? Eles, sem margem para dúvidas afirmam que sim. Então, o professor, pega num grande saco de berlindes e despeja o seu conteúdo no recipiente de vidro. As pequenas esferas, como que dançando, contornam as bolas de golfe e todo o saco é vertido. Nova pergunta: - E agora está cheio? - Sim professor agora está cheio - respondem os alunos. O docente pega num saco de areia e mais uma vez despeja o seu conteúdo no grande recipiente. Os pequenos grãos deslizam suavemente pelas bolas de golfe e pelos berlindes até a areia chegar ao topo. A mesma questão: - E agora, acham que o recipiente está cheio? Um tanto ou quanto apreensivos respondem que sim, agora não havia dúvida, estava cheio, pensam eles. O professor pega num jarro de café fumegante e verte o seu conteúdo, mais uma vez, no grande jarro de vidro. O liquido infiltra-se de forma a preencher todos os espaços livre.
- Quero que entendam que o pote de vidro representa as nossas vidas. As bolas de golfe são os elementos mais importantes, como a família e os amigos. Os berlindes são as outras coisas que importam, como o trabalho, a casa bonita, etc. A areia representa todas as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco não haveria espaço para as bolas de golfe e para os berlindes.
O mesmo ocorre nas nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para o que é realmente importante. Prestem atenção às coisas que são primordiais para a sua felicidade. Haverá sempre tempo para as outras, mas ocupem-se das bolas de golfe em primeiro lugar. O resto é apenas areia."
Um aluno levantou-se e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: - Que bom que me fizeste essa pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja a nossa vida haverá sempre lugar para tomar um café com um amigo.

(fotografia: Simon Battensby)